Excesso de Rotação
O motor pode ultrapassar o limite com ou sem o acelerador pressionado. Cada condição tem seu próprio limite.
Ponto para revisão
Validar “se desgasta mais” e “dá menos manutenção”, e a frase “sem acelerar, nunca ultrapasse 2.500 rotações por minuto”. O limite de 2.500 RPM sem acelerar já está confirmado.
1Abertura
Conta-giros em destaque, identificado pelo nome. Ponteiro sobe até perto da faixa vermelha; rótulo “Zona de perigo”.
Todo motor tem um limite de giro. O conta-giros mostra o quanto o motor está girando. Quando o ponteiro se aproxima da faixa vermelha, o motor entra na zona de perigo.
2Conceito
Revelar o nome do evento. Tela se divide em duas situações.
O excesso de rotação acontece quando o motor gira além do limite. E isso pode acontecer de duas formas.
3Acelerando
Pedal pressionado, ponteiro subindo. Sem número e sem linha de limite fixa.
A primeira é com o pé no acelerador. Você continua acelerando, o giro sobe e passa do limite. Nessa situação, o limite muda de uma operação para outra. Seu instrutor informa qual é o da sua.
4Sem acelerar
Descida, pé fora do pedal. Só nesta cena, mostrar “2.500 RPM” e “SEM ACELERAR”. Nenhuma instrução de marcha ou de freio.
A segunda é sem acelerar. Por exemplo, numa descida, usando o freio motor. Mesmo com o pé fora do acelerador, o giro pode subir demais. Aqui o limite é um só: sem acelerar, nunca ultrapasse 2.500 rotações por minuto.
5Por que importa
Ponteiro se afasta da zona de perigo.
Motor que trabalha na zona de perigo se desgasta mais. Longe da faixa vermelha, ele dura mais e dá menos manutenção.
6Fecho
As duas situações lado a lado; fecho no conta-giros.
Então lembre: acelerando ou não, o evento conta. Dirija de olho no conta-giros e mantenha o ponteiro longe da faixa vermelha.
Fora da Faixa Verde
O evento é permanecer acelerando acima da faixa verde além do tempo estabelecido.
Ponto para revisão
Validar “passar acima da faixa por um instante pode acontecer” e a menção ao instrutor para a faixa verde e o tempo do evento.
1Abertura
Conta-giros sem números; a faixa verde acende e ganha o rótulo “Faixa verde”.
No conta-giros do seu veículo existe uma faixa verde. Ela marca a região de rotação em que o motor trabalha melhor: mais força, com menos combustível.
2Situação
Pedal pressionado; ponteiro cruza o fim da faixa. Nenhum carimbo de erro.
Agora imagine: você está acelerando e o ponteiro passa da faixa verde. Isso já é o evento? Ainda não.
3Conceito
Mesma cena duas vezes: passagem breve; depois permanência, com barra de tempo avançando. As três condições aparecem uma a uma. Revelar o nome do evento.
Passar acima da faixa por um instante pode acontecer. O evento fora da faixa verde ocorre quando você continua acelerando com o ponteiro acima dela, por mais tempo que o estabelecido. São três condições juntas: pé no acelerador, rotação acima da faixa verde e tempo.
4Por que importa
Destacar a distância entre o ponteiro e a faixa vermelha.
Fora da faixa verde, o motor deixa de trabalhar no seu melhor. E, acima dela, o ponteiro fica mais perto da faixa vermelha.
5Varia
Dois conta-giros esquemáticos com faixas verdes em posições diferentes, sem escala.
Um detalhe importante: a faixa verde muda de um modelo de veículo para outro. E o tempo do evento é definido para a sua operação. Seu instrutor mostra os dois.
6Fecho
Ponteiro dentro da faixa verde. Sem instruir troca de marcha.
Resumindo: passar pela faixa é uma coisa. Ficar acima dela, acelerando, é outra. Conheça a faixa verde do seu veículo e acompanhe o conta-giros. Assim você aproveita o melhor do motor.
Curva Brusca
A combinação de curva, movimento brusco e velocidade caracteriza o evento.
Ponto para revisão
Validar a comparação entre reta e curva e a formulação do limite do evento, sem sugerir uma velocidade segura universal para curvas.
1Abertura
Vista superior de um ônibus chegando a uma curva.
Numa curva, o veículo muda de direção. E todos a bordo sentem essa mudança.
2Situação
O trajeto evidencia a mudança brusca. Sem acidente nem perda de controle.
Imagine o veículo se aproximando de uma curva. O motorista entra rápido demais e vira de forma brusca.
3Conceito
Destacar juntos o trajeto curvo e um indicador de velocidade sem números. Revelar o nome do evento.
Essa é a curva brusca. O evento junta duas condições: o veículo está fazendo uma curva, e a velocidade está acima do limite definido para esse evento.
4Diferença
Mesmo indicador de velocidade em dois cenários: reta, sem destaque; curva, com destaque.
Repare: não é o mesmo que excesso de velocidade. Uma velocidade tranquila numa reta pode ser alta demais numa curva. Por isso, aqui a velocidade é sempre entendida junto com a curva.
5Por que importa
Interior do ônibus, passageiros inclinando. Sem queda nem ferimento.
Numa curva brusca, os passageiros sentem o tranco para o lado e o risco de acidente aumenta.
6Limite
Indicador sem número com o rótulo “Limite do evento”.
O limite de velocidade desse evento é definido para a sua operação. Seu instrutor informa qual é.
7Fecho
Mesmo trajeto percorrido com suavidade. Sem velocidade universal nem técnica de frenagem.
Reconhecer a curva brusca ajuda você a perceber onde a condução pode ficar mais suave. Curva suave é viagem mais segura e mais confortável, para você e para quem está a bordo.
Freada Brusca
Uma redução intensa de velocidade em um intervalo curto — mesmo sem parar completamente.
Ponto para revisão
Validar a ressalva da emergência e “quando isso se repete na sua condução”, sem sugerir que o motorista deva evitar uma frenagem necessária.
1Abertura
Ônibus em movimento na cidade; velocímetro sem números.
Frear faz parte de dirigir. O MyScore não registra toda freada. Registra a freada brusca.
2Conceito
Ponteiro recua rápido, sincronizado com a desaceleração. Revelar o nome do evento.
A freada brusca acontece quando o veículo perde muita velocidade em muito pouco tempo. No velocímetro, o ponteiro cai de uma vez.
3Dois pontos
Marcar posição inicial e final do ponteiro e um intervalo curto. O veículo continua avançando.
Dois pontos ajudam a entender. Primeiro: o que conta é quanto a velocidade caiu e em quanto tempo. Segundo: o veículo nem precisa parar. Se a velocidade cai muito de uma vez e ele segue andando, o evento já aconteceu.
4Contraste
Duas reduções iguais lado a lado: uma em intervalo curto, outra em intervalo longo.
Compare com uma freada progressiva. A velocidade diminui aos poucos e o ponteiro desce devagar. A redução pode até ser a mesma. O que muda é o tempo.
5Por que importa
Interior do ônibus, passageiros projetados para a frente. Sem queda nem ferimento.
Na freada brusca, o corpo de quem está a bordo vai para a frente. O risco aumenta para os passageiros e para quem vem atrás.
6Ressalva
Cena neutra, sem atribuir culpa.
Numa emergência, frear forte pode ser necessário. O evento ajuda você a perceber quando isso se repete na sua condução.
7Fecho
Viagem tranquila. Sem tela, pontuação ou alerta inventado do app.
Quanto mais suave a redução, mais segura e confortável a viagem.
Aceleração Brusca
Ganhar muita velocidade em pouco tempo, na arrancada ou com o veículo já em movimento.
Ponto para revisão
Validar “o veículo é mais exigido” e a explicação para arrancada e para o veículo já em movimento.
1Abertura
Ônibus parado, prestes a sair; velocímetro sem números.
Ganhar velocidade faz parte de toda viagem. A questão é como o veículo ganha essa velocidade.
2Conceito
Ponteiro sobe de forma abrupta. Revelar o nome do evento.
A aceleração brusca acontece quando a velocidade aumenta muito em muito pouco tempo. No velocímetro, o ponteiro salta.
3Dois momentos
Duas cenas: saída do repouso; depois veículo já em movimento. Passagem curta de tempo, sem números.
Ela pode acontecer em dois momentos. Na arrancada: o veículo está parado e sai de uma vez. E também em movimento: o veículo já está andando e ganha muita velocidade de repente.
4Esclarecimento
Ponteiro em região baixa do velocímetro dando um salto curto.
Repare que o evento não depende da velocidade final. Você pode estar devagar e, ainda assim, acelerar bruscamente. O que conta é a rapidez do aumento.
5Por que importa
Interior do ônibus, passageiros inclinando para trás.
Na aceleração brusca, os passageiros sentem o tranco e o veículo é mais exigido.
6Contraste
Aumento abrupto e aumento progressivo lado a lado. Sem prescrever posição de pedal.
Compare com uma aceleração progressiva. O ponteiro sobe de forma contínua, sem salto. O veículo chega à mesma velocidade, com mais conforto.
7Fecho
Fechar com o nome do evento.
Perceber como você ganha velocidade é o primeiro passo para uma condução mais suave. Melhor para quem está a bordo e melhor para o veículo.
Excesso de Velocidade
Ultrapassar o limite de velocidade estabelecido para a operação.
Ponto para revisão
Validar “a placa continua valendo”, a frase sobre tempo de reação e distância para parar, e “limite estabelecido para a operação”.
1Abertura
Ônibus em movimento; velocímetro sem escala numérica.
Entre os eventos do MyScore, este é o mais direto de entender.
2Conceito
Ponteiro cruza a marca “Limite da operação”. Revelar o nome do evento.
O excesso de velocidade acontece quando o veículo passa da velocidade máxima estabelecida para a operação.
3Limite
Marca do limite em posições diferentes em dois velocímetros. Placa de via sem valor visível.
Essa velocidade máxima é definida para a operação em que você trabalha, e pode mudar de uma operação para outra. Seu instrutor informa qual vale para você. E atenção: ela não substitui a sinalização da via. A placa continua valendo.
4Diferença
Ponteiro sobe devagar e cruza a marca. Comparação breve com um aumento abrupto, sem sugerir que um evento exclui o outro.
Não confunda com a aceleração brusca. Lá, o que conta é ganhar velocidade rápido demais. Aqui, o que conta é a velocidade que o velocímetro mostra. Mesmo acelerando aos poucos, com toda a suavidade, você pode passar do limite.
5Por que importa
Cena ampla: via com pedestres e outros veículos. Sem acidente.
Quanto maior a velocidade, menor o tempo para reagir e maior a distância para parar. O risco aumenta para você, para os passageiros, para pedestres e para outros veículos.
6Fecho
Ponteiro abaixo da marca; cena ampla.
Conheça o limite da sua operação e acompanhe o velocímetro. Velocidade dentro do limite é cuidado com você e com todos que dividem o caminho.
Excesso de RPM Parado
Manter rotação elevada por um período definido, com o veículo parado.
Ponto para revisão
Validar “um toque rápido no acelerador não é o evento”, “só consome combustível” e “veículo parado, giro baixo”. A explicação sobre o compressor ficou fora da locução.
1Abertura
Ônibus imóvel, rodas paradas visíveis; ponteiro do conta-giros elevado.
O veículo está parado. Não sai do lugar. Mas o conta-giros mostra o motor girando alto.
2RPM
Rótulo “RPM = rotações por minuto”.
RPM quer dizer rotações por minuto. É a medida de quanto o motor está girando, e é o que o conta-giros mostra.
3Conceito
As três condições aparecem uma a uma, sem números. Revelar o nome do evento.
O excesso de RPM parado junta três condições: o veículo está parado, a rotação está acima do limite estabelecido, e isso se mantém pelo tempo definido.
4Esclarecimento
Ponteiro sobe e volta; depois sobe e permanece, com progressão de tempo.
Um toque rápido no acelerador não é o evento. O evento é manter o giro alto com o veículo parado.
5Diferença
Dois conta-giros sem números, veículo parado nos dois: giro baixo e giro elevado.
Não confunda com a marcha lenta. Em marcha lenta, o motor fica ligado em giro baixo. Aqui, o destaque é a rotação elevada.
6Por que importa
Indicador de combustível descendo, sem quantidade.
Com o veículo parado, esse giro alto não leva ninguém a lugar nenhum. Só consome combustível.
7Fecho
Ponteiro em giro baixo; fecho no conta-giros.
A rotação e o tempo do evento são definidos para a sua operação. Seu instrutor informa quais são. Veículo parado, giro baixo: de olho no conta-giros.
Excesso de Marcha Lenta
Permanecer parado com o motor ligado além do tempo estabelecido.
Ponto para revisão
Validar o argumento do custo somado. Uma orientação de desligar o motor depende das necessidades da operação e ficou fora da locução.
1Abertura
Ônibus parado na plataforma, motor sinalizado como ligado, ponteiro baixo e constante.
O veículo está parado. O motor está ligado, em giro baixo. Parece que nada está acontecendo. Mas está: o motor continua consumindo combustível.
2Conceito
Progressão de tempo sem contagem digital. Revelar o nome do evento.
Marcha lenta é isso: motor ligado, em giro baixo, com o veículo parado. O excesso de marcha lenta acontece quando essa situação passa do tempo estabelecido.
3O que conta
Rotação e velocidade esmaecem; o tempo fica em destaque.
Aqui, o que conta é o tempo. Não é a rotação. Não é a velocidade. É quanto tempo o veículo fica parado com o motor ligado.
4Por que importa
Combustível baixando e dinheiro saindo, como na ilustração do guia. Sem taxa de consumo.
Cada minuto assim é combustível gasto sem rodar um metro. Num dia, parece pouco. Somando todos os dias e todos os veículos, vira um custo grande para a operação.
5Diferença
Lado a lado: rotação destacada num evento, tempo destacado no outro.
Não confunda com o excesso de RPM parado. Lá, o veículo está parado com o giro alto. Aqui, o giro é baixo e o que pesa é o tempo.
6Fecho
Fechar com o combustível, sem quantificação e sem ordem de desligar o motor.
O tempo do evento é definido para a sua operação. Seu instrutor informa qual é. Reconhecer a marcha lenta ajuda você a enxergar um consumo que quase ninguém vê.
Batendo Transmissão
Continuar acelerando abaixo da faixa verde, com o veículo em movimento, pelo tempo definido.
Ponto para revisão
Validar “pedindo força ao motor numa rotação em que ele não trabalha bem” e a expressão “velocidade mínima definida para esse evento”.
1Abertura
Conta-giros sem números; faixa verde acende e a região abaixo ganha destaque.
No conta-giros existe uma faixa verde: a região de rotação em que o motor trabalha melhor. Este evento acontece abaixo dela.
2Situação
Veículo em movimento, pedal pressionado, ponteiro abaixo do verde. Sem colisão, engrenagem quebrada ou troca de marcha.
Imagine: o veículo já está andando. Você pisa no acelerador, mas o ponteiro continua abaixo da faixa verde. Você está pedindo força ao motor numa rotação em que ele não trabalha bem.
3Conceito
As quatro condições aparecem uma a uma, sem números. Revelar o nome do evento.
O evento batendo transmissão junta quatro condições. O veículo está em movimento, acima da velocidade mínima definida para esse evento. O pé está no acelerador. A rotação está abaixo da faixa verde. E isso se mantém além do tempo estabelecido.
4Esclarecimento
Passagem breve; depois permanência com barra de tempo.
Passar abaixo da faixa por um instante não é o evento. O evento é continuar acelerando ali.
5Espelho
Lado a lado: ponteiro acima e abaixo da faixa, ambos com pedal e tempo.
É o outro lado do fora da faixa verde. Naquele evento, a rotação fica acima da faixa. Neste, fica abaixo. Nos dois, o que conta é permanecer acelerando fora dela.
6Fecho
Ponteiro dentro da faixa verde.
A velocidade mínima e o tempo são definidos para a sua operação. Seu instrutor informa quais são. Conhecer a faixa verde ajuda você a ler o conta-giros e a aproveitar o melhor do motor.